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segunda-feira, 15 de julho de 2013

0 Caixa já gasta mais de R$ 100 milhões com futebol, mais que o patrocínio do Barcelona


A Caixa Econômica Federal, se quisesse, teria dinheiro até para patrocinar o Barcelona...


Caixa já gasta mais de R$ 100 milhões com futebol, mais que o patrocínio do Barcelona
Fernando Collor foi responsável por intermediar acerto da Caixa com o ASA




















A Caixa Econômica Federal, se quisesse, teria dinheiro até para patrocinar o Barcelona. 
O banco estatal já fechou acordo para estampar sua marca em dez clubes brasileiros, em
um investimento que ultrapassou os R$ 100 milhões anuais depois do acerto com o Vasco.

E a conta vai aumentar. Pelo menos outros sete clubes, incluindo Bahia e Sport, estão 
próximos de assinar contrato com o banco, que disputa mercado com gigantes. 
E outros grandes do futebol brasileiro, como Cruzeiro e Santos, também estão na mira.

Para colocar sua marca na glamurosa camisa do Barcelona, a companhia aérea Qatar 
Airways está pagando o equivalente a R$ 90 millhões por ano.
O dinheiro gasto pela Caixa com clubes do país também seria suficiente para comprar uma 
cota nacinal de patrocínio da Copa-2014.

O valor dos contratos do banco com os clubes vira público, já que eles são divulgados no 
Diário Oficial da União. E com tanta fartura, até políticos entraram em cena para faturar 
prestígio.
No seu site, o senador e ex-presidente da República Fernando Collor de Mello (PTB) diz 
claramente que foi ele o intermediário do acerto entre a Caixa e o alagoano Asa, de 
Arapiraca, que vai receber R$ 1 milhão por ano.
Geddel Vieira Lima, Vice-presidente da Caixa e com longa carreira política na Bahia, disse 
que a "decisão de patrocinar [Bahia e Vitória], a decisão política, já estava tomada, e iria 
acontecer".

Veja o valor dos contratos da Caixa com os clubes (por ano)

Corinthians - R$ 31 milhões
Flamengo - R$ 25 milhões
Vasco - R$ 20 milhões
Atlético-PR - R$ 6 milhões
Coritiba - R$ 6 milhões
Vitória - R$ 6 milhões
Atlético-GO - R$ 2,4 milhões
Avaí - R$ 1,75 milhão
Figueirense - R$ 1,75 milhão
Asa - R$ 1 milhão

Fonte:





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domingo, 5 de maio de 2013

0 Prisões por corrupção avançam 133% em quatro anos no Brasil



Ações anticorrupção aumentam prisões por crimes contra gestão pública no País
Atualmente, 2.703 pessoas cumprem pena por corrupção e peculato, mas ocupam menos de 1% das celas

Dados do Ministério da Justiça apontam para o crescimento de 133%, em quatro anos, do número de detentos por delitos como corrupção ativa e passiva e peculato

Prisões por crime contra gestão pública crescem 133% no BrasilO número de detentos no sistema penitenciário brasileiro por crimes contra a administração pública, como corrupção e peculato, cresceu 133% entre dezembro de 2008 e dezembro de 2012 - sete vezes mais que o aumento da população carcerária total. Atualmente, 2.703 pessoas cumprem pena no Brasil por esses motivos, entre funcionários públicos e particulares sem ligação com o governo. Ainda assim, ocupam menos de 1% das celas do País.
Os dados são do Departamento Penitenciário Nacional (Depen), órgão do Ministério da Justiça que compila dados prisionais das 27 unidades federativas. 

Entre todos os crimes contra a administração pública, o que registrou maior crescimento foi o 
peculato - cometido por servidor que se apropria de bem público no exercício do cargo. O aumento de prisões por esse crime foi de 220% desde 2008.

Segundo o Depen, os números levam em conta apenas condenações, e não prisões temporárias. A série histórica começa em 2005, mas foi só em 2008 que os registros começaram a ser informados com detalhes pelo órgão. Antes disso, o número só havia ultrapassado a barreira dos 2 mil presos em 2007.

No ano seguinte, as prisões desabaram, mas voltaram a crescer constantemente até chegar aos atuais valores.
"É nítido que houve um aumento no número de condenações por esse tipo de crime", afirma o professor de Direito Público da Universidade de São Paulo (USP) Floriano de Azevedo Marques. Para ele, houve um aprimoramento nas técnicas de investigação e uma mudança na postura do Judiciário. "Você tem identificado mais as condutas criminosas contra a administração pública. Além disso, o Judiciário passou a ser mais rigoroso contra esses delitos."

Fonte:
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ESTADÃO







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quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

0 Brasil ferve de raiva com 'supersalários' de funcionários públicos



São Paulo – Existem muitas formas de ficar rico no Brasil, mas uma estratégia pode se revelar uma surpresa e tanto no clima econômico de hoje em dia: garantir um cargo no governo.

Brasil ferve de raiva com


São Paulo – Existem muitas formas de ficar rico no Brasil, mas uma estratégia pode se revelar uma surpresa e tanto no clima econômico de hoje em dia: garantir um cargo no governo.
Enquanto funcionários públicos da Europa e dos Estados Unidos tiveram os salários achatados ou os cargos eliminados de vez, alguns empregos públicos no Brasil oferecem salários e benefícios que fazem seus colegas nos países desenvolvidos passarem vergonha.

Um servidor de um tribunal da capital brasileira, Brasília, ganhava US$ 226 mil anuais – mais do que o presidente do Supremo Tribunal Federal do país. Igualmente, o departamento de rodovias de São Paulo desembolsava a um de seus engenheiros US$ 263 mil por ano, mais do que recebe a presidente da nação.

E também temos os 168 servidores do Tribunal de Contas do Município São Paulo (TCM) que recebiam salários mensais de pelos menos US$ 12 mil e, às vezes, até US$ 25 mil – mais do que o ordenado do prefeito da maior cidade do país. Na verdade, o prefeito à época fez uma piada comentando que planejava se candidatar a um emprego no estacionamento do prédio da Câmara Municipal quando o mandato terminou, em dezembro, depois de o poder legislativo da cidade ter revelado que um dos manobristas recebia US$ 11.500 mensais.

Enquanto a antes florescente economia brasileira dá uma brecada, esses 'supersalários', como ficaram conhecidos por aqui, alimentam novo ressentimento quanto à desigualdade em meio às burocracias de difícil controle do país. Em conjunto, os sindicatos poderosos de determinadas categorias de funcionários públicos, a forte proteção jurídica para os servidores, um setor governamental em processo de inchamento – que criou muitos empregos novos pagando bons ordenados – e benefícios generosos que podem ser explorados por gente bem informada fizeram do setor público brasileiro um cobiçado bastião de privilégios.

Porém, os espólios não são distribuídos igualmente. Enquanto o ordenado de milhares de funcionários públicos excede os limites constitucionais, muitos mais se desdobram para sobreviver. Pelo país inteiro, professores e policiais costumam receber pouco mais de US$ 1 mil mensais e, às vezes, menos, exacerbando os temores prementes com a segurança e o sistema educativo, titubeante há tempos.
'As distorções salariais em nossa burocracia pública chegaram a um ponto em que se tornaram uma desgraça total e absoluta', disse Gil Castello Branco, diretor do Contas Abertas, grupo de vigilância especializado em vasculhar os orçamentos governamentais.

Os funcionários públicos privilegiados, antes chamados marajás em referência à opulência da antiga nobreza indiana, sempre existiram no Brasil. Porém, como o país nutre ambições de subir ao ranking das nações desenvolvidas, uma nova lei da liberdade da informação exige que as instituições públicas revelem os ganhos dos servidores, desde os de nível baixo, como auxiliares e escreventes, a ministros de Estado.

Embora algumas autoridades resistam às regras, novas revelações das entidades públicas apresentaram diversos casos de funcionários públicos recebendo mais do que os ministros do Supremo Tribunal Federal, que receberam aproximadamente US$ 13.360 mensais em 2012, quantia estabelecida na Constituição como o teto salarial do setor. Somente no Senado e Câmara dos Deputados, mais de 1.500 pessoas recebiam acima do limite constitucional, segundo o Congresso em Foco, outro grupo de vigilância.

Juízes estaduais podem ganhar muito mais, com alguns recebendo por mês mais do que colegas em países ricos obtêm num ano inteiro. Pouco tempo atrás, um juiz de São Paulo ganhava US$ 361.500 por mês.
As revelações recentes, incluindo a de um auditor do Estado de Minas Gerais que ganhava US$ 81 mil mensais e de um bibliotecário que embolsava US$ 24 mil por mês, provocaram fortes reações em meio a certos grupos. Joaquim Barbosa, presidente do Supremo Tribunal Federal, cancelou os supersalários dos 168 funcionários do TCM em dezembro. Farto, outro juiz federal concedeu liminar em outubro suspendendo os pagamentos de 11 ministros, mas o procurador-geral disse que tentaria derrubá-la.

Alguns historiadores culpam Portugal, o antigo colonizador, por criar uma burocracia pública poderosa na qual mandarins exercem grande influência e embolsam salários fora do comum. O complexo sistema judiciário brasileiro também oferece maneiras para determinados funcionários públicos graduados contornarem os limites constitucionais aos salários. Alguns recebem pensões por passagens anteriores no governo – muitas vezes o ordenado integral à época da aposentadoria – após ocuparem outro cargo público muito bem remunerado.
E também existem os subsídios habitacionais e alimentares, os reembolsos generosos por distância percorrida a serviço e, é claro, as brechas. Um dispositivo de 1955 permite a certos funcionários públicos tirar licenças de três meses a cada cinco anos. Contudo, quem abre mão da licença, agora adotada com a intenção de incentivar os empregados a fazer cursos de pós-graduação, pode optar por receber o dinheiro extra.
Membros graduados do Partido dos Trabalhadores, atualmente no governo, como o ministro da fazenda Guido Mantega, conseguem driblar o limite constitucional recebendo US$ 8 mil mensais por atuar como diretores do conselho de administração de estatais. Muitos legisladores têm direito a bônus anuais de mais de US$ 26 mil para adquirir vestuário, como ternos executivos.

Ainda assim, no mundo desenvolvido, o funcionalismo público brasileiro é invejado em alguns aspectos pelo profissionalismo. Provas rigorosas para uma série de cargos públicos cobiçados geralmente eliminam os candidatos despreparados. Exemplos de excelência, como algumas instituições públicas de pesquisa, conquistaram aclamação em áreas como agricultura tropical.
Porém, contribuintes reclamam dos privilégios no setor público, cujos números incharam cerca de 30 por cento na última década, englobando 9,4 milhões de funcionários num país de 194 milhões de habitantes. Sindicatos poderosos bloqueiam as tentativas de demitir os servidores, tornando tais empregos extraordinariamente estáveis e protegidos.

Enquanto o governo brasileiro se financia confortavelmente por meio da arrecadação de impostos e emitindo títulos da dívida pública, serviços como a educação e o saneamento permanecem lastimáveis. Apesar da alta carga tributária, o Brasil se encontra entre os 30 piores países industrializados e desenvolvidos na qualidade de serviços oferecidos aos cidadãos em relação aos impostos pagos, segundo o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário, entidade sem fins lucrativos.

Alguns políticos estão sob escrutínio pessoal. Fernando Collor de Mello, ex-presidente que antes denunciava os marajás e agora é senador, foi acusado há pouco tempo de gastar mais de US$ 30 mil mensais em dinheiro público para empregar um jardineiro e dois arquivistas.
No Maranhão, um dos Estados mais pobres do Brasil, os legisladores concederam a si mesmos o equivalente a 18 salários mensais – cada um no valor aproximado de US$ 10 mil – num único ano, justificando a modificação como subsídio em função do custo de vida.

A nova lei da liberdade de informação, apoiada pela presidente Dilma Rousseff, que recebe aproximadamente US$ 174 mil anuais, pretende denunciar tais práticas. Sem surpresas, interesses governamentais arraigados estão demorando em cumprir a lei.
Quando finalmente o Congresso decidiu em 2012 permitir às pessoas o direito de obter informações salariais de seus funcionários, ele exigiu que fosse achado o nome de cada funcionário para ser solicitado online. Trocando em miúdos, se alguém quisesse dados sobre os 25 mil trabalhadores do legislativo, a pessoa teria de identificá-los de forma independente e enviar 25 mil pedidos diferentes.

Quem dera fosse mais fácil aqui em São Paulo. Uma servidora do Tribunal de Justiça de São Paulo, Ivete Sartorio, teria recebido US$ 115 mil após convencer os superiores de que deveria ser compensada por não tirar licenças. Porém, quando recentemente questionado sobre seus salários, Rômulo Pordeus, falando em nome do Tribunal, afirmou ser necessário ter o 'número da matrícula' de Sartorio para atender à solicitação.
Quando questionado como um contribuinte curioso poderia obter tal número, ele respondeu que Sartorio tinha sua posse e o assessor não desejava incomodá-la a esse respeito.

'Não vou pedir o número da matrícula dela porque é chato, entendeu? Ninguém gosta de contar quanto ganha.'
The New York Times News Service/Syndicate – Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito do The New York Times._NYT_

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sábado, 19 de janeiro de 2013

0 Alemão pediu R$ 3 milhões a Boninho para voltar ao BBB



'BBB13': Diego Alemão pediu R$ 3 milhões a Boninho para entrar no reality

1/5

NOTÍCIA PUBLICADA HOJE, SÁBADO, 19 JANEIRO 2013 , 13:35

Diego Alemão tinha pedido o dobro do valor do prêmio do reality para voltar à casa e pedido é negado pelo diretor Boninho, segundo o colunista Leo Dias, do jornal carioca 'O Dia', em 19 de janeiro de 2013
Diego Alemão tinha pedido o dobro do valor do prêmio do reality para voltar à casa e pedido é negado pelo diretor Boninho, segundo o colunista Leo Dias, do jornal carioca 'O Dia', em 19 de janeiro de 2013 Nessa foto: BBB13 - Big Brother Brasil
  • Diego Alemão tinha pedido o dobro do valor do prêmio do reality para voltar à casa e pedido é negado pelo diretor Boninho, segundo o colunista Leo Dias, do jornal carioca 'O Dia', em 19 de janeiro de 2013
  • Diego Alemão venceu a sétima edição do Big Brother Brasil
  • Diego viveu um triângulo amoroso com Íris Stefanelli e Fani, que está de volta nesta edição do reality
  • Alemão não só teve o pedido negado, como perdeu a oportunidade de voltar ao reality
  • Fani voltou à casa do BBB e continua bem animadinha

Diego Alemão estava cotado para voltar e entrar na 13ª edição do Big Brother Brasil. O problema é que o ex-participante não queria entrar, nem sair de mãos abanando e pediu R$ 3 milhões para voltar à casa. As informações são do colunista Leo Dias, do jornal carioca "O Dia" da última sexta-feira (18).
Segundo a nota, o vencedor da sétima edição do BBB chegou a falar nessa quantia com Boninho, diretor do programa, que achou graça do pedido e claro, negou o retorno de Diego à casa.
Só em participar, cada pessoa já ganha uma quantia, digamos que simbólica de R$ 600,00, diante do valor do prêmio, que é de R$ 1,5 milhões. Logo, o loiro pediu o dobro do que o vencedor do reality irá levar para casa.
Mas ele não seria o primeiro ex-vencedor a voltar para o BBB, Kleber Bambam, que ganhou a primeira edição entrou, mas saiu em poucos dias de confinamento. Hoje, resolveu seguir a carreira de cantor de funk e mostra que continua muito bem de vida.
Tem também o Dhomini, que ganhou o prêmio da terceira edição. Ele causou a maior polêmica na tarde desta sexta-feira (19) ao contar que arrancou os dentes de um cachorro após ter sido mordido por ele. Famosos comentaram o caso no Twitter, que agora será investigado pela polícia.
Quem poderia gostar, e muito, da participação do ex-brother era Fani, que entrou na mesma edição de Diego e formou um triângulo amoroso com o rapaz e Íris Stefanelli na casa mais vigiada do país.
A loira não mudou muito seu comportamento, digamos que, ousado. Na primeira festa, a carioca de Nova Iguaçú quase mostrou demais e deu um selinho em Nasser, seu colega de confinamento. Agora imaginem se o Alemão estivesse por lá, hein?

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